quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Goiás terá novas praças de pedágio em seis rodovias estaduais

07/02/2018 - Mais Goiás 

Os trechos deverão sofrer modificações e a Agetop ficará responsável pela realização do concurso, bem como a fiscalização

Do Mais Goiás

Goiás terá novas praças de pedágio em seis rodovias estaduais
Goiás terá novas praças de pedágio em seis rodovias estaduais
GO-020 terá pedágios entre Goiânia e Catalão (Foto: Divulgação)

Seis rodovias estaduais serão equipadas com praças de pedágios. A decisão se deu após o governador Marconi Perillo (PSDB) sancionar, na última segunda-feira (5), lei que dá ao Poder Executivo o direito de conceder trechos das GOs 010, 020, 060, 070, 080 e 213 à iniciativa privada.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (7), as concessionárias vencedoras da licitações ficarão responsáveis pelos serviços de operação, manutenção, conservação, monitoramento e implantação de obras de infraestrutura e outra melhorias nas rodovias privatizadas.

Veja os trechos que serão privatizados:

Rodovia

Trecho Total de Km’s

GO-010 - Goiânia- Entrocamento com a GO-330 - 54

GO-020 - Goiânia/Bela Vista/Cristianópolis/Pires do Rio/Catalão - 251

GO-060 - Goiânia/São Luís de Montes Belos/Iporá/Piranhas - 309

GO- 070 - Goiânia/cidade de Goiás - 118

GO-080 - Goiânia/São Francisco de Goiás (entroncamento da BR-153) - 91

GO-213 Morrinhos/Caldas Novas - 61

O trecho entre Morrinhos/ Caldas Novas deverá ser o primeiro a ser duplicado e o prazo de cumprimento das obras será de dois anos após assinatura do contrato. O trecho de Bela Vista/ Cristianópolis e o trecho entre Trindade/ São Luís dos Montes Belos deverão ser duplicados em até três anos após assinatura.

Já o trecho entre Cristianópolis e Pires do Rio deverá ser duplicado em cinco anos. Já o prazo de duplicação do trecho entre São Luís dos Montes Belos e Iporá será de seis anos. Oito anos será o limite para a realização da duplicação entre Pires do Rio e Catalão.

A concessão do trecho da GO-080 fica condicionado à realização de uma nova rodovia, pela concessionária vencedora, entre a BR-153 e a GO-080. As praças de pedágios têm que ficar em um limite superior a 30 quilômetros de distância entre uma e outra, a partir da divisa de Goiânia com os demais municípios.

Ainda de acordo com a publicação, o governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), ficará responsável pela realização e organização do certame licitatório, bem como a fiscalização sobre os serviços realizados nas rodovias. Os contratos terão validade de 35 anos e poderão ser renovados caso atendam as exigências estabelecidas pelo governo.

Preço

O texto não cita o valor específico, mas ressalta que as tarifas e regras de ajustes e revisão serão fixadas nas conformidades do edital. Na publicação, fala-se também que os reajustes se darão anualmente e que variarão de acordo com as funções, características e dos custos específicos dos serviços de cada rodovia. O estado de conservação da rodovia também pesará no reajuste.

Duplicação de trecho entre Cuiabá à Serra de São Vicente deve ficar pronto em 2018

07/02/2018 - Agro Olhar

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

Duplicação de trecho entre Cuiabá à Serra de São Vicente deve ficar pronto em 2018
Foto: Assessoria DNIT

A duplicação do trecho de aproximadamente 71 quilômetros entre Cuiabá e a Serra de São Vicente, na Rodovia BR-364/163, deve ser concluída até o fim deste ano. A informação foi confirmada ao Agro Direto pelo diretor de Infraestrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Ehret Garcia.

O projeto do Dnit é de que a duplicação com pavimento de concreto chegue até a cidade de Rondonópolis. A obra, segundo Garcia é uma das principais de Cuiabá e que ao ser concluída irá trazer mais facilidades para o transporte de cargas em carretas e para o lazer.

“Esta é a obra mais importante que o Dnit está tocando no estado e já temos até o momento 110 quilômetros dos 174 de Cuiabá a Rondonópolis já duplicados. Iremos estar liberando ainda neste mês de fevereiro mais 20 quilômetros de pista nova em concreto,  que é um pavimento com vida útil muito maior  entre os dias 20 e 28 deste mês”, confirmou o diretor do Dnit.

“Estamos trabalhando bastante para que até o final deste ano tenhamos uma boa parte dos 174 quilômetros duplicados para que tenhamos uma melhoria na trafegabilidade da rodovia”, declarou.

Com a entrega deste novo trecho de 20 quilômetros de pavimento, os veículos vão passar a usar a pista nova construída em concreto para que a empreiteira faça trabalhe na reconstrução da pista antiga que está sendo atualmente utilizada. Nela será retirado o asfalto e terá a aplicação do concreto.  

O diretor do Dnite também pontuou que com finalização do trecho ainda neste ano, a rodovia vai estar duplicada desde a saída da capital até a cidade de Jaciara, o que pode conseqüentemente fomentar o turismo na região.

“Temos um potencial turístico enorme em Jaciara. Eu sou cuiabano e só vou a Jaciara a trabalho. Nunca fui a lazer, por que só de você pensar em pegar esta estrada com bastante carretas e bitrens de Cuiabá até lá dá uma desanimada. Ai a pessoa pensa melhor e vai para Chapada, mas em Jaciara temos cachoeiras belíssimas, temos esportes radicais. Temos uma série de lazer e de turismo. Temos águas termais e isso não acaba sendo atrativo por causa do trânsito”, avaliou.

Para Garcia, caso não haja nenhum imprevisto, a rodovia o trecho de Cuiabá à serra deve ser finalizado até o fim do ano. “Se o planejamento der certo e não haver nenhum problema de contingenciamento de recursos, iremos sim conseguir concluir este trecho de Cuiabá até São Vicente com a pista nova no final neste ano de 2018”, concluiu.

A previsão do Dnit é de concluir e entregar a obra de Cuiabá à Rondonópolis no primeiro semestre de 2019. 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Fim da duplicação da BR-386 deve ser em 2018

03/12/2017 - O Informativo do Vale

Mais uma vez adiada, nova previsão é para o primeiro trimestre do próximo ano

Lucas George Wendt 


Para dar conta das obras, com tempo mais estável, esse deve o ritmo de trabalho nos próximos meses - Lidiane Mallmann

Vale do Taquari - Essencial para região, a duplicação da BR-386 entre Tabaí e Estrela ganha mais um capítulo: não vai ser em 2017 que vai ser finalizada. A nova previsão contraria o último prazo informado para o final dos trabalhos na rodovia, que deveriam ser concluídos ainda neste ano. 

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) prorrogou a conclusão para o primeiro semestre de 2018, em comunicado divulgado recentemente. O novo cronograma de trabalho prevê que o revestimento asfáltico do trecho faltante em Estrela seja concluído até janeiro, e as obras no canteiro em Bom Retiro do Sul, que incluem a terraplanagem (para posterior asfaltamento), estão previstas para março. 

O engenheiro do Dnit, responsável pela obra da BR-386, Adalberto Jurach, diz que parte do atraso nas obras se deve aos dias de trabalho que foram perdidos em razão chuvas na região. As precipitações impediram que o ritmo das obras fosse contínuo. "Também contribui para o atraso a alteração da rede elétrica após a paralisação das obras, ocorrida em 2016", diz.

O ex-presidente da Comissão Pró-Duplicação da BR-386, José Luiz Cenci, comenta que a obra depende do consórcio envolvido no desempenho da duplicação. A Comissão, durante o tempo em que esteve atuante, foi gestada a partir do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat). 

O ex-presidente, ao falar da relação entre Dnit e consórcio executor, ressalta que é necessário prudência. "Pedimos a colaboração das empresas do consórcio e do Dnit nesta reta final". "Agora, nós precisamos ter paciência. Tivemos até agora". Conforme Cenci, o Dnit tem feito pressão sobre consórcio executor da obra para que os prazos sejam respeitados. Além do desenvolvimento regional que é possível graças à melhora nas condições de rodagem pela rodovia, Cenci destaca a diminuição dos acidentes. "Só isso já vale o investimento. Muitas vidas foram poupadas", finaliza. 

A presidente do Codevat, Cíntia Agostini, não duvida do potencial da BR-386 para a região: "Para nós é muito relevante", diz.  No entanto, destaca: "A obra está andando a passos muito lentos". Ela se refere, também, ao estágio final dos trabalhos. "Tínhamos a esperança de que seria até o fim 2017", revela. Na opinião de Cíntia, o atraso é absurdamente grande. "Não há mais condições de protelar", diz a presidente, destacando que o trânsito neste trecho final frequentemente apresenta complicações em razão do alto tráfego. "Metade do estado passa por ali - é por isso que ela tem o nome de Estrada da Produção", emenda.

Relembre o caso 

A obra foi iniciada em novembro 2010, marcada por diversos entraves durante sua execução - uma aldeia indígena situada às margens de parte do trajeto a ser duplicado, desapropriações e questões ambientais foram situações que atrasaram a conclusão, além da suspensão dos repasses por parte do Dnit em certo estágio dos trabalhos. Esse último problema manteve a duplicação parada por mais de um ano, até que o projeto fosse retomado no início de 2017. Além disso, em 2012, a obra também foi envolvida em polêmica sobre supostas irregularidades em valores de orçamento. 

Um dos pontos mais delicados durante a execução da duplicação foi a paralisação dos trabalhos, por quase um ano, em razão da construção de 29 casas, uma escola, um centro comunitário e um espaço para venda de artesanato às famílias caingangue que moravam à margem rodovia. Em 2015, o Ministério Público Federal determinou a retomada da obra e a ocupação da aldeia reconstruída pelos indígenas. 

A mais recente justificativa fornecida pelo Dnit, que culmina no novo prazo de conclusão, credita ao mau tempo o atraso no andamento da duplicação. 

São 33,4 quilômetros de duplicação que se arrastam, até o momento, por quase oito anos. O Dnit diz que 95,3% da duplicação estão prontos - o que corresponde a 23 quilômetros liberados para tráfego normalmente. Faltam, ainda, cerca de dez quilômetros de duplicação serem concluídos, entre o trevo de Bom Retiro do Sul e a cidade de Estrela, naquilo que é a parcela final da obra e que inclui a aldeia realocada. 

O consórcio formado pelas empresas Conpasul, Cotrel, Iccila e Momento é o responsável pela execução das obras. Conforme informações do Dnit, a conclusão dos trabalhos depende exclusivamente do grupo de empresas.

A concessão 

Além da duplicação, a BR-386, junto com BR-101, BR-290 e BR-448 (Rodovia do Parque), está incluída em um pacote de concessão de estradas federais. Atualmente o processo tramita no Tribunal de Contas da União (TCU). O documento também estabelece a duplicação da 386 no trecho entre Lajeado e Carazinho depois da concessão. A presidente do Codevat, Cíntia Agostini, ainda diz que é importante que a obra seja concluída, pois a duplicação, na integralidade, faz parte do projeto apresentado na concessão.

Custo da obra também aumentou

Era esperado, pelo orçamento original, de 2009, que a União investisse R$ 147 milhões na duplicação. Hoje o custo total da obra é estimado em R$ 208 milhões. São R$ 61 milhões a mais - ou um aumento de 41% no orçamento. Até 2017 foram investidos cerca de R$ 190 milhões (R$ 43 milhões além do orçamento inicial).

Obra paralela

Os trabalhos na recuperação do antiga pista da BR-386 nas proximidades do acesso à Paverama, entre os quilômetros 373 e 375, são outros que não seguem os prazos. As obras originalmente deveriam ter sido terminadas em julho. Em agosto, no entanto, o prazo foi prorrogado para o início de setembro. Na ocasião, a instabilidade do solo no local motivou o encaminhamento de um novo projeto para o desempenho das obras no trecho. O engenheiro responsável, Adalberto Jurach, diz que é esperado que os trabalhos paralelos no local sejam finalizados também no primeiro trimestre do próximo ano. 

"A perda de dias de trabalho por motivo de chuva, que impediu que as obras tivessem continuidade", explica. Quando questionado, ele também comenta que foram encontradas dificuldades pelo consórcio executor dos serviços durante as escavações no solo para a execução das passagens de fauna sob a rodovia. Os passa-fauna são tubulações colocadas embaixo do asfalto, permitindo que os animais evitem cruzar as vias. O dispositivos são uma exigência do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). No projeto de duplicação da BR-386, estão previstas três passagens - duas delas entre os quilômetros 372 e 374, e uma próximo de Tabaí.

domingo, 19 de novembro de 2017

A complexa e atrasada duplicação da BR-116

18/11/2017 - Engeplu Notícias

DENIS LUCIANO

Inicialmente prevista para ser entregue no final de 2018, a duplicação da BR-116 entre Porto Alegre e Pelotas, no Rio Grande do Sul, deve ser concluída somente em 2021. A lentidão na liberação de recursos é a razão principal para a lentidão da obra de 211 quilômetros. O trecho serve aos sul catarinenses que em geral utilizam o corredor para compras e turismo no Uruguai.

A duplicação está orçada em R$ 140 milhões mas teve R$ 50 milhões do seu orçamento suprimidos pelo governo federal. Lideranças gaúchas vem alertando que o contingenciamento tende a tornar a obra mais cara para a sua conclusão. Os trabalhos começaram em outubro de 2012.



“É uma obra prioritária”, reconheceu em recente entrevista o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. Cerca de 60% da duplicação está concluída, mas falta interligação entre os lotes, com pontes, trevos e viadutos que sequer saíram do papel em muitos casos por entraves burocráticos. Se as interligações estivessem feitas, pelo menos 90 quilômetros duplicados já poderiam estar em uso. O trecho é, ainda, importante para as importações e exportações brasileiras pelo porto marítimo de Rio Grande, no Sul gaúcho.

No final de setembro houve a liberação do viaduto de Turuçu, na região de Pelotas, no quilômetro 483 da BR-1116. Até então, o trânsito estava sendo desviado pelas pistas laterais. Dos nove lotes da rodovia, há obras em andamento em quatro. 

“O orçamento para 2017 era de R$ 59 milhões, além dos R$ 20 milhões de restos a pagar, mas para 2018 a perspectiva é mais positiva. A bancada gaúcha federal, deputados estaduais e as prefeituras da Região Sul estão trabalhando para garantir R$ 150 milhões de emendas impositivas. Esse valor vai garantir um ritmo de obra considerado adequado”, conta o superintendente do DNIT no Rio Grande do Sul, engenheiro Hiratan Pinheiro da Silva.

Uma curiosidade que envolve essa obra diz respeito a um acordo entre DNIT e Fundação Nacional do Índio (Funai). Nos últimos quatro anos, o DNIT foi obrigado a adquirir mais de R$ 800 mil em artesanatos de índios impactados pela obra em trecho de 25 quilômetros da BR-116 no município de Guaíba, na Grande Porto Alegre. O acordo foi uma imposição da Funai e, em caso de descumprimento, a obra será embargada.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Obras de duplicação na BR-277, em Guarapuava, deverão ser concluídas em março de 2018

01/11/2017 - Central Cultura de Comunicação

As obras de duplicação de 4,8 quilômetros da BR-277 em Guarapuava atingiram 40% dos trabalhos neste mês. As melhorias estão sendo feitas no trecho entre os quilômetros 331 e 336, que cruzam a parte leste da cidade.



No pacote de obras também está prevista a construção de um viaduto e um acesso secundário. O investimento total da concessionária Caminhos do Paraná neste trecho é de R$ 24 milhões. As intervenções na BR-277 vão garantir mais segurança e comodidade para os cerca de 450 mil moradores da região e para os motoristas que trafegam pela rodovia. É o caso do caminhoneiro Gelson de Jesus Svidnicki, que há sete anos faz viagens de Guarapuava para Curitiba e São Paulo. “A duplicação vai ser muito boa para quem mora e passa por aqui, especialmente no horário de pico”, afirma.

A previsão da concessionária é de que a duplicação e o viaduto sejam entregues em março de 2018. Já o acesso que liga a rodovia à Rua XV de Novembro por baixo tem previsão de conclusão para novembro de 2018. Esse acesso terá cerca de 200 metros de extensão e vai trazer mais tranquilidade para os moradores dos bairros Morro Alto, São Cristóvão e São Francisco.

sábado, 11 de novembro de 2017

Duplicação Maceió-Arapiraca evolui com serviços de drenagem concluídos

03/11/2017 - Alagoas 24 Horas

Pavimentação será iniciada este mês com a finalização da terraplanagem dos seis primeiros quilômetros da via

Ascom / Setrand
Asfalto da pista antiga está sendo retirado para dar lugar a uma nova cobertura de pavimento na duplicação Maceió-Arapiraca
Asfalto da pista antiga está sendo retirado para dar lugar a uma nova cobertura de pavimento na duplicação Maceió-Arapiraca

A duplicação Maceió-Arapiraca ganhou ritmo intenso nos últimos meses com a redução das chuvas no Estado. O primeiro trecho da obra, que vai da Barra de São Miguel até a BR-101 em São Miguel dos Campos, teve a drenagem concluída e avança com o serviço de terraplanagem.

Os serviços acontecem simultaneamente nos 18 quilômetros da Rodovia AL-220 que estão sendo duplicados nesta etapa. Nessa extensão, 25% da terraplanagem foram concluídos e, assim que os seis primeiros quilômetros do serviço forem terminados, a equipe inicia a pavimentação, o que deve acontecer já no início deste mês.

Além de contemplar a extensão duplicada, o asfalto da pista antiga também será retirado para dar lugar a uma nova cobertura de pavimento. Ainda nesta fase, serão instaladas as barreiras New Jersey, que dividem o centro da pista, e vão garantir mais segurança aos usuários ao evitar que os veículos possam invadir o lado oposto do fluxo.

As chuvas atípicas que caíram em Alagoas este ano fizeram com que a obra ficasse paralisada por 77 dias. Mas, com condições climáticas mais favoráveis no momento, a equipe está trabalhando em períodos mais extensos para garantir a conclusão da obra no menor prazo possível.

É o que conta o superintendente de operações do Departamento de Estradas de Rodagem de Alagoas (DER-AL), Iran Menezes. “Estamos intensificando o horário de trabalho para compensar a perda de tempo que tivemos por causa das chuvas. Em todas as obras do DER e, principalmente na duplicação da AL-220, estamos acelerando ao máximo o cronograma físico da obra”, assegura.

Segunda etapa

Além dos 18,3 quilômetros do primeiro trecho, a duplicação Maceió-Arapiraca contará com mais 63,4 quilômetros na segunda etapa, que vai do município de São Miguel dos Campos até o maior centro econômico do interior do estado. Para execução da última fase, o Governo do Estado já recebeu a licença ambiental do Instituto do Meio Ambiente (IMA).

Com um total de 81,7 quilômetros de extensão e um investimento em torno de R$ 170 milhões, a obra é um marco no desenvolvimento de Alagoas, pois garante redução de custos de transporte e conecta importantes pólos produtivos do estado.


Fonte: Ascom / Setrand